terça-feira, 12 de outubro de 2010

"Quem quer ser VOLUNTÁRIO?"


A Escolinha de Rugby da (m)Alta está a “recrutar” voluntários. Se tens por objectivo o voluntariado, tens força de vontade, alguma relação com a modalidade ou com o território e queres pertencer a este núcleo, inscreve-te! Basta dirigires-te a um dos responsáveis (Bárbara Oliveira – 969496349 ou Afonso Nogueira – 916293727) para percebermos onde a tua ajuda pode ser uma mais-valia!

Ser voluntário na Escolinha de Rugby da (m)Alta não implica dominar a modalidade, se por um lado podes dar uma ajuda nos treinos (para quem percebe de rugby), por outro a tua ajuda pode ser essencial na organização dos encontros de escolinhas, com a papelada, com a logística, a dar apoio aos atletas e muito mais… Basta querer!

Já contamos com alguns voluntários que em muito têm contribuído para o sucesso da nossa escolinha, mas como o céu é o nosso limite, queremos contar com muitos mais para caminharmos numa progressão e levarmos esta modalidade, que tão feliz faz os seus atletas, a novos horizontes!

A tua ajuda é essencial… vais ver que não te vais arrepender, a diversão é garantida!

Este é o nosso local de treinos: http://maps.google.com/maps?f=d&source=s_d&saddr=&daddr=R.+Victor+Cunha+Rego&hl=pt-PT&geocode=FeinTwId-nB0_w&mra=ls&sll=38.772019,-9.128609&sspn=0.03125,0.06712&ie=UTF8&ll=38.783729,-9.134703&spn=0.031245,0.06712&t=h&z=14&iwloc=ddw1

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Amanhã no complexo...

... começam os treinos da (m)Alta!! APAREÇAM....

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Projecto de Voluntariado

Amigos da (m)Alta,



O Rugby da (m)Alta começa já amanhã as actividades no terreno!
Queremos alargar o nosso grupo de trabalho, queremos chegar a mais escolas, mais famílias, mais miúdos! O vosso apoio é decisivo!

Como sabem, este é um projecto que tem uma forte intervenção comunitária e depende de voluntariado.
É neste sentido que todos nós, como AMIGOS DO RUGBY, temos a responsabilidade de fazer cumprir os VALORES do RUGBY:
- O rigor, a disciplina e a responsabilidade;
- Coragem , Inteligência e criatividade;
- Cooperação, amizade e solidariedade;
- Espírito de sacrifício, capacidade de luta e conhecimento de si próprio;
- Sentido colectivo.


Estas são as próximas actividades marcadas:

23 Setembro - 5ª Feira
Acção de Divulgação Escola 91 15h30 - 16h30

27 Setembro - 2ª Feira
Acção de Divulgação Escola 91 15h30 - 16h30

28 Setembro - 3ª Feira
Acção de Divulgação Escola 34 15h30 - 17h00

30 Setembro - 3ª Feira
Acção de Divulgação Escola 34 15h30 - 17h00

7 Outubro - 5ª Feira
Início dos treinos regulares no Complexo Desportivo da Alta de Lisboa
3ªs e 5ªs das 15h30 às 17h00

7 Outubro - 5ª Feira
Visita da Equipa Técnica e Directiva à ESCOLINHA DE RUGBY DA GALIZA
(conhecer o modelo e a realidade dos nossos irmãos mais velhos)

15 Outubro - 6ª Feira
Projecto GIRO na Alta de Lisboa (GRACE) - Acção de Divulgação a 600 miúdos
de manhã 300 alunos e de tarde outros 300

24 Outubro - Domingo
1º Encontro de Escolinhas de Rugby "Mexe Comigo" - CML
Complexo Desportivo da Alta

20 Novembro - Sábado
Convívio de Apoio à Selecção de Rugby
Estádio Universitário de Lisboa

19 Dezembro - Domingo
2º Encontro de Escolinhas de Rugby "Mexe Comigo" - CML
Complexo Desportivo da Alta


Formação Agentes Desportivos Alta de Lisboa

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Escolinha da Galiza - Os nossos irmãos mais velhos!

Cinquenta zebras entram no Estádio Nacional, em Oeiras, e Maria começa a chorar. Estamos em Abril de 2007, a Escolinha de Rugby da Galiza existe desde Setembro de 2006. "Mas só com meia dúzia de bolas, muita vontade e mais nada", garante a directora Maria Gaivão. As crianças são de bairros sociais de Cascais, sobretudo do Bairro do Fim do Mundo, e receberam naquele dia o seu primeiro equipamento durante um convívio com equipas seniores promovido pela Associação de Rugby do Sul. Degrau a degrau, descem orgulhosas as escadas até ao relvado. Exibem as chuteiras, as meias, as camisas e os calções riscados de preto e branco que lhes oferecem a alcunha. "Foi muito bonito. Ainda hoje me comovo." Contar a história desta escola é lembrar a vida de Maria Gaivão. Aos 56 anos, senta-se numa sala de paredes azuis e cheia de crianças no ATL da Galiza (ao qual pertence a Escolinha). "Aos 27, grávida da primeira filha, vim abrir o ATL da Santa Casa da Misericórdia de Cascais." Nesse dia a sua vida partiu-se em duas partes. O antes e o depois do Fim do Mundo. Foi em 1983.

"Nessa altura viviam todos em barracas", diz, estendendo a mão para as crianças à sua volta. "Era muito pior do que hoje. Não tinham cuidados de saúde, nem iam à escola." Consertada a escola - "Paupérrima. Foram os pais que ajudaram a pô-la bonitinha." - chegou o dia de abrir as portas a quase 70 crianças. "Miúdos carregadinhos de energia, mas que não conheciam regras. Chegavam cá crianças com fome. Muitos deles acabavam de regressar dos PALOP, havia várias famílias ciganas. Uma multiculturalidade riquíssima que se notou desde logo. Tínhamos de agarrar essas diferenças, juntá-las e construir um projecto."

No momento em que Maria lembra estes primeiros dias, entra um homem na sala. "Olha, é o Zé Luís, um dos meus primeiros alunos. É o pai do Alvarinho, o miúdo que está ali", esclarece Maria. "É o nosso secretário voluntário. Trata de tudo o que são seguros, exames médicos, fala com as famílias." O ATL tem 13 funcionários, mas na Escolinha são todos voluntários. Incluindo os 12 treinadores.

Nos primeiros anos, experimentaram vários desportos: futebol, basquetebol, natação, ténis. Em 2006, escolheram o râguebi. "Foi uma opção consciente. É um jogo de equipa e de contacto físico. Além disso, ensina uma série de coisas que podem ser úteis. A questão do auto--controlo, de perceber as diferentes posições. Eles placam, são placados, avançam, recuam, sabem que têm de cumprir regras. Tudo isso é importante nos jogos, nos treinos, mas sobretudo na rua, quando são chamados para maus caminhos. A força de pertencer a uma equipa integra estas crianças, fá-las sentir necessárias."

A escola trabalha num sistema de compensações. "Vão todos aos convívios que fazemos?", pergunta a directora a três meninos. A resposta vem pronta pela boca do Alvarinho, o filho do secretário. "Não. Só os convocados pelo treinador." Maria insiste: "E o que é preciso para ser convocado?" Responde um coro de vozes: "Ter atitude, ir aos treinos, chegar a horas, cumprir tudo o que pedem e não arranjar conflitos." No mesmo dia em que surgia a Escolinha, nascia a escola de râguebi do colégio de St. Julian, em Cascais. Fizeram-se irmãs desde o inicio: lado a lado, o elitista colégio privado que ensina filhos de embaixadores e a instituição que apoia os filhos dos bairros sociais do concelho.
O fim das barracas
Os habitantes do bairro foram todos realojados pela Câmara Municipal de Cascais. A antiga cidade de plástico e cartão foi rasgada aos pedaços e distribuída pelos bairros de realojamento da Aldroana, do Alcoitão e de São Domingos de Rana.

As nacionalidades também se multiplicaram. Neste momento, existem crianças de 11 países. É uma autêntica Babel no Fim do Mundo. Tobias é romeno, tem 13 anos e é capitão de sub-14. "Cheguei com os meus pais a Portugal há sete anos", conta num português perfeito. Sente-se português, mas não se consegue esquecer do melhor momento que viveu. "Um dia fomos ver um jogo entre Portugal e a Roménia. No final, levaram--me ao balneário da Roménia e o capitão disse-me para continuar a treinar, que um dia poderia vir a jogar pela selecção." As 70 crianças do ATL transformaram-se em mais de 100. Desta centena, quase todos estão inscritos na Escolinha. "Sessenta estão federados; outros 20 vêm a uns treinos, fazem algumas actividades mas ainda não estão fidelizados. Só os federamos quando sentimos que estão comprometidos." A Escolinha nunca esteve fechada à comunidade. Primeiro, uma criança de classe média inscreveu-se, depois três, quatro. Este ano, foram dez. "E aconteceu alguma coisa má com o Pedrinho, o Francisco, o Tomás ou o Zé Maria?", inquire Maria sobre os meninos de classe média que foram seus colegas, mas já conhecendo de cor a resposta dos meninos. "Não." Para Maria, o objectivo é alargar. "É preciso quebrar o tabu de que a Escolinha representa um bairro problemático. Somos apenas uma equipa que, com enorme esforço, se afirma e ganha o seu espaço." Porque para estas crianças é apenas isso que ela é - uma escola onde aprendem a jogar râguebi.

E aprendem desde pequeninos. A escola criou a categoria dos megabambis, meninos com menos de cinco anos, como o irmão do Tobias que a Maria tem ao colo. "A primeira vez que jogaram foi hilariante. Entram na equipa de sub-8, os treinadores ficam por trás, a agarrar--lhes a mão, a protegê-los. Quando tinham de marcar ensaio, marcavam contra si [risos]. Todos batíamos palmas. Os nossos meninos correm muito, chamamos--lhes os gazelas." Continuando no campo das metáforas animais, existe uma especial. Os Lobos, a selecção nacional.

"Há uma grande promiscuidade com a selecção", ri-se Maria. "Já vieram cá algumas vezes, o próprio Tomaz Morais, o seleccionador, é um grande amigo." Um ano depois de a escola surgir, em 2007, os Lobos foram ao Mundial em França. "Não temos SportTV, mas íamos ver o hino ao café do senhor Quim", conta divertido o pequenino Jorge, que aos dez anos já é vice-capitão dos sub-12. "Depois vínhamos embora. Vimos os jogos gravados, mas já fomos ver o Portugal-Espanha, o Portugal-Alemanha, o Portugal-Roménia..." O ano passado fizeram mais de quatro mil quilómetros.

só falta o Relvado Ainda não têm campo relvado onde possam treinar todos os dias. Durante a semana, praticam no campo de cimento da vizinha Agregação Desportiva da Costa do Sol. Só aos sábados é que visitam um campo relvado alugado pela câmara.

As placagens são repetidas numa caixa de areia porque o piso de cimento magoa. Ainda assim, são o movimento preferido de Cândida, de 15 anos e uma das 12 meninas da equipa. "São grandes jogadoras, melhores do que muitos rapazes", garante o Alvarinho. O nome de guerra de Cândida é massa óssea: "Porque sou magrinha mas placo com muita força", explica.

"Sem equipa não conseguimos conquistar nada. No bairro há problemas, lutas e tudo, por isso sinto-me bem é aqui. Sinto-me melhor." Jorge é o autor da frase, mas ela é repetida por todos nesta pequena casa colorida do Fim do Mundo. Jorge quer ser designer - "para desenhar o novo logótipo da Escolinha" - e mostra de imediato o seu talento. Agarra numa caneta e desenha uma bola de râguebi grande, uma média, e uma pequena. "Uma por cada escalão." Depois, compõe o desenho com uma linha curva e dois círculos em cada uma delas. "São três caras a rir muito."


Fonte: I-Online

quinta-feira, 15 de julho de 2010

É antigo jogador de Rugby? Ou gostava de experimentar? Apareça amanhã no Cine Conchas!

Na 6ª Feira o Rugby da (m)Alta vai estar no CineConchas (cinema ao ar livre na Quinta das Conchas promovido pelo Viver Lisboa, Centro Social da Musgueira e EAGEC) com uma acção de divulgação e convívio...estão todos convidados!

20h00 - Tag Rugby (relvado da Quinta das Conchas)
21h45 - Filme Invictus

Vamos também apresentar à comunidade um vídeo promocional da nossa Escolinha... fiquem atentos à antestreia no Facebook (6ª à tarde)...! E nos momentos antes do filme começar!!

Se nos quiser contactar pode faze-lo através de altarugby@gmail.com ou para Afonso Nogueira 916293727